domingo, 2 de fevereiro de 2020

POESIA NACIONALISTA : 999 IM LUSITANA 999

Jamais serei subordinado na minha Nação de filhos da puta de quipá e de turbante; o meu sangue milenar Lusitano é sagrado e nele se encontram os segredos místicos da mítica raça Atlante… Bastião biológico da Nobre raça Ariana, lava a boca sua filha da puta bastarda antes de falares do meu povo Nativo; pois não és, nem nunca serás minha mana… Tiveste a insolência de usar o sistema jewdicial para me meteres a mim e aos meus de cana...cabra do caralho, tens a mania que és perigosa e mal sabes tu que eu além de pele sou também feito de escama… Na 4ªRepública não vai haver noite que vais dormir sossegada; pois cobra Lusitana é justiça divina que entra sem barulho e não faz pegada…na manhã seguinte és encontrada morta, ninguém encontra nada, e todos dizem "aparentemente suicidáda"...

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