quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Aproxima-se o aniversário do Holodomor...



 Notas pessoais:

Este, ao contrário do holoconto, foi bem real.
Mas não há séries, nem filmes de hollywood a falar nisto.
Os mainstream media, também nunca falam nisto.
O sistema de (des)educação idem.

Porquê?
Porque tudo o acima referido está nas mãos dos mesmos responsáveis pelo genocídio.
Os judeus e maçonaria.

Moral da história:
Nunca confiar nos filhos da puta dos judeus e nunca entregar as armas aos governos ocupados.

Antes deste, e de outros massacres no leste da Europa de milhões de Arianos e raptos de suas mulheres Arianas para serem violadas em massa e levadas para as prisões para serem também sodomizadas, um dos factores cruciais para tal ter acontecido, para além da analfabetização obviamente, foi o facto de antes ter havido uma campanha de desarmamento das populações Arianas para assim os judeus mais facilmente procederem às pilhagens, detenções, violações e assassinatos dos vários povos Eslavos.

O dito Ocidente, mais culto e com as populações mais armadas, não pôde ser conquistado pela força pelo comunismo (que foi inventado, patrocinado e aplicado pelo capitalismo judaico).
Tem que ser aos poucos, através da desmoralização do povo, quebrar a unidade nacional através do partidos democráticos, miscigenar o máximo da população nativa, propaganda apelar ao consumismo e narcisismo, anular todo o tipo de sentimentos nacionalistas, doutrinar na mulher Ariana o gosto pelo carreirismo e cosmopolitismo para diminuir a natalidade nativa e destruir a família tradicional(a célula base da sociedade), extinção gradual das tradições, captura da nação através da dívida.

Este processo mais sofisticado, é o sistema "híbrido" do marxismo+liberalismo, que resulta no neo-marxismo.
A democracia obviamente, é o que possibilita tudo isto.
Daí os judeus patrocinarem todo o tipo de movimentos democráticos ao mesmo tempo que condenam e difamam o NS e o Fascismo.

O end-goal da escumalha democrata é um estado anti-nacional controlado pela ordem globalista judaica e maçônica, e a escravidão(e progressivamente extinção) de TODOS os povos Arianos com recurso à tecnologia.

O perigo judaico não acabou, aparenta estar adormecido para os mais distraídos, mas está dentro dos portões há muito a operar contra nós.
Desde a traição de abril, que Portugal se encontra ocupado pelo inimigo. 
E a escravidão e genocídio da etnia Lusitana, é também um objectivo dos judeus.

8 comentários:

Anônimo disse...

"Mas não há séries, nem filmes de hollywood a falar nisto."

Sobre os malvados dos NAZIS é pelo menos um filme por ano.
Todos os anos aparece mais um herói que desconhecíamos e que lutou contra o Nazismo.E Documentários da BBC e outras é a rodos.
Não existem filmes nem séries nem documentários sobre o holodomor como não existem sobre os Gulags nem os assassinatos em série da elite Russa pela clique bolchevista.

É como cá os Abrilistas.
Em breve vamos ter políticos e personalidades que nasceram depois de Abril de 74 a contar a sua história de luta contra o fascismo e as perseguições da PIDE.

Os Democratas e capitalistas Americanos até conseguem a proeza de fazer um filme heróico sobre a tripulação do bombardeiro que lançou a primeira bomba atómica sobre o Japão.

Mas até podes ver alguns filmes feitos em Hollywood que se podem classificar como anti-americanos. Mas os maus da fita que mostram nesses filmes nunca são os verdadeiros donos de Hollywood e do sistema financeiro.Os tais....

WOLF disse...

"É como cá os Abrilistas.
Em breve vamos ter políticos e personalidades que nasceram depois de Abril de 74 a contar a sua história de luta contra o fascismo e as perseguições da PIDE."

Nunca houve Fascismo em Portugal, mas sim uma ditadura nacional-capitalista de cariz conservador-clerical.

Começa logo aí a mentir a escumalha democrata corrupta,traidora,mercenária e pedófila.

O "Salazarismo" "pecou" por repressão exagerada sobre inocentes e repressão muito mole,mas mesmo muito mole,sobre os traidores.

Mas as vítimas mortais de 40 anos de "Salazarismo" foram na ordem dos 40 indivíduos,e alguns destes morreram de doenças.
Ora isto faz uma média de 1 morto por ano.
O "Salazarismo" foi uma ditadura angelical comparado com as ditaduras comunistas.

Quando vejo marxistas,estalinistas,trotskistas,maoistas e todo o tipo de escumalha semelhante falarem nas vítimas do "fascismo"(que nunca existiu em Portugal,é preciso dizer isto bem claro) de Salazar, e ninguém se ri na cara deles, até os ouvem com cara muito séria mesmo, tal só mostra que além da comunicação social "Portuguesa"( ou melhor dizendo,judia,ou cripto-judia para ser mais exacto) ser culturalmente marxista e nada séria e nada independente,eles tomam o povo todo como símios.

Mas é o povo também que se põe a jeito para ser tratado como símio.

Portugal tem uma enormidades de filmes e séries sobre a traição de abril.
Mas nenhum filme sobre os Descobrimentos ou sobre Viriato.

Na democracia os fundos para a propaganda cinematográfica são usados para deturpar a história nacional,lavar o cérebro ao povo,e fazer passar a ideia de que só existimos a partir do 25 de abril, quando foi precisamente nessa data que perdemos a soberania da forma mais vergonhosa de sempre,e perdemos(e da forma que foi) um império com centenas de anos que ocupava 4 continentes.

Os que criticam o império Português porque era "colonialismo malvado", eram já a favor do imperialismo bolchevista, chinês e americano.

Ou seja, se era nosso era mau, mas se for dos outros então já é bom.

WOLF disse...

Não há limites para a demagogia e terrorismo intelectual por parte da escumalha democrata.

E com jeitinho,qualquer dia dizem que Viriato era judeu e Vasco da Gama paneleiro.

A democracia foi a maior das desgraças que aconteceu à Nação.

Desgraça que ainda dura,e que quanto mais durar PIOR vai ser.

Anônimo disse...

"Na democracia os fundos para a propaganda cinematográfica são usados para deturpar a história nacional,lavar o cérebro ao povo,e fazer passar a ideia de que só existimos a partir do 25 de abril quando foi precisamente nessa data que perdemos a soberania da forma mais vergonhosa de sempre,e perdemos um império com centenas de anos que ocupava 4 continentes."

Para o liberal-Marxista acéfalo típico isso de história e dos descobrimentos é coisa que não interessa para nada. A malta quer é cenas fixes e modernas.

E mesmo que passem ao pé de um forte de Almeida
(https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-frc3/1383758_608089209233490_1799008741_n.jpg) não se questionam minimamente para que servia e quem construiu aquilo. É coisa antiga, enfadonha. Não há um único sentido de respeito nem de curiosidade ao menos pelos nossos ancestrais.

"Mas nenhum filme sobre os descobrimentos ou sobre Viriato."

Antes do 25A ainda se faziam alguns filmes com algum sentido histórico. Não é que fossem grandes obras, mas havia uma estratégia razoável e o cinema era um sector vivo.

Já agora o que achas do Manoel de Oliveira?

"Mas as vítimas mortais de 40 anos de "Salazarismo" foram na ordem dos 40 indivíduos,e alguns destes morreram de doenças."

Esse número foi amplamente superado em apenas um ano no pós-25 de Abril.

Eu não sou propriamente colonialista por principio, mas é muito fácil perceber que o legado de Portugal nas regiões que colonizou foi positivo e não negativo para essas mesmas populações.
Hoje essa populações têm um pais, uma língua, algum desenvolvimento tecnológico e civilizacional.
E agora são á mesma colonizados, mas apenas por uma pequena máfia global, enquanto que no tempo do "colonialismo" havia muita gente a sustentar a vida nesses territórios. Agora o proveito do colonialismo é só para uma pequena elite e antes abrangia uma parte do povo Português.

WOLF disse...

Pedro Lopes,sem me estar a referir a nomes de realizadores,digo-te que a mandar ou a fazer parte dos que mandassem numa 4ªRepública NS, um filme dos Descobrimentos ao nível de um "Braveheart" era obrigatório.

Se fosse preciso contratar gente competente de fora para o fazer,não haveria drama nenhum.

Só mesmo uma nação muito doente mesmo,e com grande trauma etnomasoquista é que não percebe a grandeza que foi ter feito um império daqueles com as condições à época.

E tens tudo aí.
Aventura,as paixões dos que foram, as conversas com os Deuses, a insurreição dentro dos navios terminada à boa maneira anti-democrata,a conquista,as trocas comerciais,os dramas sentimentais,os momentos heroicos,as lutas,o comércio,etc etc...

Tens todo o tipo de matéria cativante para fazer um filme glorioso para puxar pelo orgulho nacional e de maneira justificada.

"Eu não sou propriamente colonialista por principio, mas é muito fácil perceber que o legado de Portugal nas regiões que colonizou foi positivo e não negativo para essas mesmas populações.
Hoje essa populações têm um pais, uma língua, algum desenvolvimento tecnológico e civilizacional.
E agora são á mesma colonizados, mas apenas por uma pequena máfia global, enquanto que no tempo do "colonialismo" havia muita gente a sustentar a vida nesses territórios. Agora o proveito do colonialismo é só para uma pequena elite e antes abrangia uma parte do povo Português."

O termo "colonialismo" naquela altura não era pejorativo.
É preciso contextualizar as coisas à época de forma séria e intelectualmente honesta.

Portugal civilizou.
Não foi bombardear sociedades avançadas a mando dos rothshilds para capturar os bancos centrais, aumentar plantações de ópio, construir mc donalds,doutrinar povos para serem materialistas e comprar produtos das multinacionais por nós estabelecidas para depois pedirem empréstimos aos nossos bancos, se endividarem, e ficarem escravos eternos através da dívida, etc etc como actualmente se faz o colonialismo sionista.

O nosso colonialismo foi civilizador, evolutivo.
Os povos eram atrasados e nós fomos lá civilizar os mesmos com uma dose de humanismo própria do nosso povo à época.

Não temos que pedir desculpa de nada e muito menos termos sentimento de culpa,ou acharmos que estamos em "dívida" para com alguém.
Pelo contrário.

Passaram de limpar o cu a uma folha de uma planta para passarem a limpar o cu a papel higiênico.

Deixaram de dormir em barracas com chuva a entrar dentro,para passarem a dormir em casas com isolamento.

As portas das habitações eram seguras e já não entravam leões e jaguares de noite para comerem os residentes.

Passaram a ter alimentação devidamente cozinhada e limpa.

Passaram a beber água potável em vez de beberem água das poças cheias de lama e muitas vezes com urina e fezes de animais.

Passaram a saber ler e escrever.

Passaram a ter cuidados médicos avançados.

Passaram a ter mais direitos individuais.

Passaram a ter acesso a conhecimento que jamais imaginariam alcançar.

Isto nomeadamente em África claro, que é donde vem toda uma retórica e propaganda anti-nacional demagógica como se nós tivéssemos ido lá e destruído belíssimas bibliotecas, museus, templos pagãos, pirâmides, etc, de sociedades muito avançadas.

Nós civilizamos.

WOLF disse...

E escravatura mercantil era controlada 80% pelos judeus,e os próprios negros também se escravizavam uns aos outros,sempre o fizeram aliás desde os tempos mais primatas.

Eles usam essa retórica do "colonialismo mau" para 2 propósitos:

O primeiro,é para propaganda interna,de modo a unir o povo nativo contra um inimigo irrealista, forasteiro e sempre potencial "colonizador", de modo a que o povo governado esqueça e passe ao lado da corrupção dos seus líderes e estes últimos continuarem a seu bel-prazer a roubar e a escravizar à cara podre o povo que juraram servir.

O segundo, para tentarem nos "castrar" psicologicamente para ver se assistimos impávidos e serenos ao parasitismo que se passa em Portugal,à substituição populacional aqui dentro, e a todo o tipo de insultos insolentes feitos através de jornais,blogs e música "rap".

E neste último caso,contam com ajuda dos idiotas úteis dos etnomasoquistas e dos judeus que usam os negros como peões contra os Arianos, tal como fizeram com a classe trabalhadora quando quiseram implementar o comunismo.

Não vão ser os burgueses judeus que vão armar a merda na rua, eles manipulam sempre alguém para servirem os seus propósitos.
Fizeram isso com os trabalhadores prometendo-lhes o paraíso comunista,depois foderam-lhes.
Agora usam os negros prometendo-lhes o controle das ruas e do tráfico de droga,lugares de destaque na política,negócios,média,etc,mas obviamente que já planeiam foder o negro quando ele já não for necessário.

Aliás,os me(r)dia não andam a mostrar mas em israel andam a correr com os negros à porrada e ao tiro chamando-os de macacos e inferiores,e isto sob ordens governamentais do mais alto nível.

Ou seja,os judeus em israel não os querem lá,mas na Europa fazem de tudo para o terceiro-mundo entrar aqui para depois o manipular contra o Ariano.

Os negros são muito difíceis de gerir pois a esmagadora maioria é burra,depois não têm referências éticas,e depois estão divididos em comunas,liberais-capitalistas,cristãos,judeus e islâmicos.

Eu não tenho nada contra o negro como indivíduo, mas colectivamente é incomportável o número deles em Portugal.
Alias, não só em Portugal como nas outras nações Europeias.

Se não fosse a merda dos judeus e toda a interferência nefasta que eles fazem na política global, os negros poderiam viver em África nos seus países de origem com regimes nacionalistas ou patrióticos(pois há casos onde há várias etnias e por isso nacionalismo não dava, mas pelo menos há uma só raça e poderiam se unir através do conceito racialista) e viveriam bem, sem usura, com justiça social e sem precisarem de emigrar para a Europa.

Anônimo disse...

Eu sou um apaixonado por cinema, mas só aqueles filmes de grande categoria.Eu ás vezes até me imagino a dirigir filmes e a criar argumentos.

O Braveheart é dos meus preferidos.

Hoje o cinema está em grande um antro de judeus e uma das suas principais centrais de propaganda.
O Mel Gibson não é judeu e já lhes mandou várias farpas.

Em Portugal tínhamos grandes temas para grandes filmes.
Além dos descobrimentos, tinhas Aljubarrota, as batalhas travadas sob o comando do Afonso Henriques, as histórias sobre Viriato, as invasões Francesas. Sempre com grandes bandas sonoras a acompanhar.
E além de eventos históricos teríamos a possibilidade de fazer filmes em contextos de província.
Um ou outro sobre ficção cientifica etc.

WOLF disse...

Cinema nacionalista e identitário faria parte da pasta da cultura num estado NS Lusitano numa 4ªRepública.

Quando se instalar a 4ªRepública, tudo isso e muito mais se poderá fazer.

Deixa ver quanto tempo demora o "nobre povo" desta "nação valente" a pegar nas armas para "pela Pátria lutar"....